As novas tendências de consumo exigem novas e criativas formas de comunicação!
A comunicação e o advertising desenfreado que as marcas impuseram ao longo das últimas décadas ao consumidor, através dos meios convencionais, tornaram-no cada vez mais selectivo e com maior dificuldade de retenção de mensagens… Bombardeado com anúncios, o consumidor está saturado! Pensem, por exemplo, no que fazem no intervalo de um filme… tenho a certeza que vão recorrer ao zapping.
Nós não vemos televisão para ver anúncios publicitários, nós não compramos jornais e revistas para ver as fotos publicitárias incrivelmente trabalhadas em photoshop, nós não ligamos o rádio para ouvir spots, nem atendemos o telefone para que nos impinjam um produto ou serviço!
Fazêmo-lo porque queremos conteúdo, queremos entretenimento, queremos algo que nos estimule, que retenha a nossa atenção… É verdade que alguns anúncios (poucos), são merecedores da nossa atenção, mas carregam a cruz do descrédito, infligida pela banalização a que os meios convencionais foram sujeitos!
Mas então o que fazer (pergunta o marqueteiro [expressão brasileira de elevado valor fonético])? Ficam as marcas quietas à espera que o consumidor opte por si só?
Não!
Defendo que mais que nunca a marca tem que ser pró-activa, tem que se tornar num ser vivo que fala e se relaciona com outros seres vivos. Tem que ser séria e transparente, tem que ser humilde, tem que ser honesta e tem que transmitir o valor acrescentado ao cliente, sem cair no erro de tentar extorquir e explorar o consumidor. De uma vez por todas, é neste que tem que ser colocado o ênfase, é a este que tem que ser dada a atenção e ao qual terá que ser demonstrada uma genuína preocupação.
Este é o princípio moral que defendo!
Do ponto de vista da comunicação, as marcas têm que se abrir ao consumidor, ser irreverentes e interagir.
Não me querendo alongar no texto, aqui partilho mais alguns exemplos de criatividade. Divirtam-se!
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